sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Manifestantes continuam em Wall Street

A mobilização ganhou apoio de movimentos em diversas outras cidades dos EUA e até do Canadá

04/10/2011

Da redação Centenas de manifestantes que protestam contra os bancos e a crise econômica continuam pela terceira semana em Wall Street, apesar dos episódios de repressão protagonizados da polícia de Nova York no final de semana.
No domingo (02), mais de 700 pessoas que participavam de uma marcha foram presas. Os manifestantes cruzavam a Ponte do Brooklyn quando foram detidos pela polícia, que alegou que a manifestação não tinha autorização para ocorrer. Um porta-voz do movimento, no entanto, afirmou à imprensa que "desde que caminhemos pela calçada e de maneira ordeira, é completamente legal". Entretanto, a polícia informou que muitos não obedeceram às ordens de permanecer na calçada e foram presos.John Hildebrand, um jovem de 24 anos de Norman, Oklahoma, disse que chegou a Nova York no sábado, vindo de avião, e afirmou que é professor desempregado. "Minha revolta é com a influência corporativa sobre a política", ele disse. "Eu gostaria de eliminar o financiamento corporativo das campanhas políticas". Ele disse voltará para Oklahoma, onde pretende começar um protesto parecido. Um manifestante, William Stack, disse que enviou um e-mail à Prefeitura de Nova York pedindo que todas as acusações contra os detidos sejam retiradas.


quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Sobre Redes Sociais "Virtuais"

Para quem gosta de falar mal do Orkut, e acha que o Twitter é algo revolucionário, nada melhor do que alguns dados sobre as nossas redes sociais, para perceber a importância que o Orkut tem em nosso país, por isso antes de ignorar a maior rede social do Brasil, pense no valor que ela tem (e ainda terá por um bom tempo por aqui).

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Dorothy Stang - Justiça a vista...


O fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, conhecido como Taradão, condenado a 30 anos de prisão pelo assassinato da missionária norte-americana naturalizada brasileira Dorothy Stang, entregou-se à polícia na tarde desta terça-feira (6/9). De acordo com a Polícia Civil de Altamira, no Pará, Galvão chegou espontaneamente à delegacia e, após fazer exames de corpo de delito, foi transferido para o Centro de Recuperação do município.Na manhã de hoje, a 1ª Câmara Criminal Isolada do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) rejeitou o recurso de Galvão, mantendo, por unanimidade, a condenação do réu a 30 anos de prisão, em regime fechado.Julgado como mandante do assassinato de Dorothy, Galvão pretendia, com o recurso, anular a sentença proferida em abril do ano passado. O tribunal, contudo, não só rejeitou o apelo do fazendeiro, como, temendo que ele fugisse, decretou a prisão preventiva dele. Galvão era o único dos cinco acusados pelo assassinato da missionária que continuava solto. Ele foi beneficiado, no ano passado, por uma liminar que lhe deu o direito de aguardar, em liberdade provisória, o julgamento de um recurso de apelação.Os outros condenados por participação no assassinato da missionária são Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, condenado a 30 anos de prisão; Rayfran das Neves, o Fogoió, condenado a 27 anos; Clodoaldo Batista, o Eduardo, condenado a 17 anos; e Amair Feijoli, o Tato, sentenciado a 27 anos de prisão.Dorothy foi morta em fevereiro de 2005 em Anapu, no Pará com seis tiros. A missionária tinha 73 anos. O crime teve repercussão em todo o mundo.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Trabalho Escravo

O representante das lojas de confecção Zara (marca pertencente à empresa espanhola Inditex) Enrique Huerta Gonzales deixou de comparecer nesta quarta-feira (31/8) a uma reunião da comissão instalada pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) que investiga denúncias de exploração de trabalho escravo por empresas instaladas no estado, entre elas, a Zara.Gonzales foi convidado pela comissão para prestar esclarecimentos sobre a denúncia de que a Zara usa mão de obra escrava na confecção de seus produtos. Em 26 de julho, fiscais do Ministério do Trabalho encontraram 14 trabalhadores bolivianos e um peruano em situação análoga à escravidão em duas confecções na zona norte de São Paulo. As confecções, que produziam peças da marca Zara, receberam 52 autos de infração. Entre as irregularidades, foram constatadas jornada de trabalho excessiva, servidão por dívida e precária situação de higiene.As investigações começaram no fim de junho quando os fiscais encontraram 52 trabalhadores, também em condições degradantes, em uma confecção da mesma empresa no município de Americana, no interior de São Paulo. A partir daí, os fiscais passaram a investigar toda a cadeia produtiva da marca Zara.Por meio de comunicado, o grupo Inditex informou que Gonzales não pôde comparecer hoje à Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, da Cidadania, da Participação e das Questões Sociais da Alesp, mas que “coloca-se à disposição da Assembleia Legislativa para colaborar em uma data próxima”. A nova data ainda não foi definida.